
A holistic and systemic vision is essential for project success, identifying risks, optimizing designs, and ensuring alignment with engineering and operational objectives and standards, laying the foundation for subsequent project phases.
We apply systems engineering to mining design. That means analyzing material flow, balancing mass across the plant, and validating dynamic behavior through simulation, all before construction. The point is to catch design risks when changes still cost hours, not months of rework.
From greenfield mine layouts to brownfield retrofits, +NR engineers the full mining infrastructure stack: civil works, material handling systems, facility design and water management. Everything is integrated through a single project management discipline aligned to PMBOK standards.
The transition to electric mining fleets requires more than swapping engines. It demands charging infrastructure, grid reinforcement, and rethinking how energy flows through the operation. +NR integrates electrification planning into mine design, sizing renewables, batteries and substations against production schedules and decarbonization targets. The result is investment dimensioned for what the operation actually needs.



Como a +NR toma decisões em projetos reais de mineração — metodologia, ferramentas, escopo e trade-offs.
Começamos com um diagnóstico de Engenharia de Sistemas fundamentado na metodologia INCOSE: revisão top-down de requisitos contra a baseline de design original, análise de fluxo de material e mapeamento de stakeholders para localizar o gargalo real, seja ele mecânico, de processo, de controle ou de manutenção. Sem isso, qualquer 'otimização' é palpite. A fase de diagnóstico tipicamente leva 2 a 3 semanas antes de propormos qualquer intervenção, e se paga ao evitar a correção errada.
Aplicamos verificação e validação do V-Model (INCOSE) a pontos críticos de transferência, modelando-os com DEM (Discrete Element Method) antes da construção, não depois do problema aparecer. Design readiness reviews identificam problemas de interface ainda na fase de design, eliminando a maioria dos retrofits de chutes e transferências que vemos em minas em operação. O custo são horas de simulação; a economia são meses de reengenharia e perda de produção.
Tratamos eletrificação como um problema de Engenharia de Sistemas (INCOSE), não como troca de equipamento. Isso significa mapear o perfil de carga real (não os valores de placa), conduzir trade studies para dimensionar infraestrutura como reforço de grid, baterias e renováveis on-site contra cenários de produção, e identificar quais frotas ou equipamentos faz sentido eletrificar primeiro pelo custo total de propriedade. Isso evita superdimensionar infraestrutura que não será usada.
Usamos DEM e SPH quando há fluxo granular complexo (chutes, hoppers, pilhas de estocagem), múltiplos tipos de minério ou histórico de falhas operacionais. A decisão segue a metodologia de trade studies do INCOSE: custo de simulação ponderado contra risco de design. Para fluxos lineares e bem-comportados, engenharia tradicional basta. Saber quando NÃO simular é parte da decisão de engenharia; usar em tudo é tão errado quanto nunca usar.
Aplicamos PMI/PMBOK com WBS detalhado por entregável, performance measurement baselines, change control boards (CCB) e gestão de riscos alinhada à ISO 31000. Nosso PMO opera dentro de um sistema de qualidade ISO 9001:2015. O diferencial real é a gestão de riscos: a maioria dos atrasos vem de riscos identificados tarde demais, não de execução lenta. Trazer riscos à tona cedo através de gate reviews estruturados, e precificar a contingência honestamente, mantém o cronograma realista.
Trabalhamos das duas formas. Estudos de viabilidade geralmente duram 8 a 16 semanas, estruturados em torno do desenvolvimento de concept-of-operations do INCOSE. Contratos EPCM se estendem por 12 a 36 meses com gestão de escopo, cronograma e custo do PMBOK. Clientes que contratam o mesmo time para as duas fases têm menos retrabalho na transição design-execução, porque a intenção de design e os trade-offs feitos na viabilidade são preservados pelo caminho de verificação do V-Model.
Usamos a Engenharia de Sistemas INCOSE como disciplina de design (rastreabilidade de requisitos, verificação e validação V-Model, MBSE para decisões de fase inicial) e PMBOK como disciplina de gerenciamento de projetos (WBS, baselines de performance, change control). A melhoria contínua é governada por CMMI e ISO 9001:2015. A combinação é o que chamamos de metodologia +NR, descrita em detalhe na nossa página de metodologia, e é aplicada de forma idêntica a layouts de minas greenfield, retrofits brownfield e engajamentos de otimização de plantas.